Kung-Fu é uma peça do dramaturgo e encenador congolês Dieudonné Niangouna, traduzida pela poeta Regina Guimarães e que atua na vertigem do inclassificável. Em cena, um ator discorre sobre o amor obsessivo pela arte marcial que conheceu através dos filmes de kung-fu. O cinema funde-se com o teatro. A vertigem, o risco, a graciosidade, o corpo no ar. A palavra imparável. A tela, o cinema, o VHS: de Pierrot Le Fou a Charles Bronson, uma única linha, sem fronteiras. Um espetáculo atravessado por cinefilia e noites de amigos, e que olha para o teatro com amor e dialética.
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